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História da Igreja de
Cristo - versão imprimível
Estatuto da Igreja Cristo - versão imprimível
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Como surgiu
a Igreja de Cristo
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As
Igrejas de Cristo constituem uma comunidade não
denominacional que apareceu na América do Norte, fruto do
Movimento de Restauração, ocorrido no fim do século XVIII
início do século XIX.
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Barton
W. Stone em Kentucky (Presbiteriano até 1809); Thomas
Campbell e seu filho Alexander, no oeste de Pensilvânia
(presbiteriano até 1809); e o evangelista Walter Scott na
Pensilvânia e Ohio (batista até 1826) foram notáveis líderes
do movimento.
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Aceitam
o Novo Testamento como a única autoridade de Fé e prática,
rejeitam credo e confissões formais, descansando na afirmação
das Escrituras de que Jesus Cristo é o filho de Deus e cabeça
de Sua Igreja.
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No
batismo, praticaram a imersão dos crentes, segundo a ordem
apostólica "Arrependei-vós e cada um seja batizado em
nome de Jesus Cristo, para a perdão de vossos pecados, e
recebereis o Dom do Espírito Santo". Atos 2:38. A Ceia
do Senhor foi observada como a parte principal da adoração pública
em cada Dia do Senhor, Atos 20:07.
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No
governo da igreja reconhecem a congregação local como uma
unidade com governo próprio dirigidos por pastores e diáconos
escolhidos por eles mesmo. As congregações e seus membros
trabalham livre e independentes, e em conjunto organizam
outros empreendimentos.
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A
Igreja de Cristo no Mundo
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| A
Igreja de Cristo no mundo conta com mais de 5 milhões
de membros, 20000 congregações nos Estados Unidos e
Canadá servidos por 30000 obreiros. Este grupo
sustenta aproximadamente 4500 missionários em 74 países
do mundo e contam com 100 faculdades e 10 seminários
de pós-graduação nos EUA e Canadá e com centenas
de outras instituições teológicas ao redor do
mundo, para a educação da liderança da igreja. As
igrejas de Cristo sustentam 40 lares para crianças
abandonadas, 20 lares para idosos, 8 lares para idosos
inválidos e 3 hospitais nos Estados Unidos, além de
outros lares relacionados em missões no exterior. |
| As
convenções Cristãs Norte Americanas, reuniam-se
ocasionalmente, com este propósito nos idos de 1927 a
1948 e passaram a se encontrar anualmente desde 1950.
Os mecanismos das convenções anuais são coordenadas
por um escritório em Cincinnati Ohio. Cada convenção
anual reúne em média 20000 pessoas para alguma parte
de seu programa de 4 dias. |
| Uma
"Convenção Missionária Nacional" servindo
uma mesma constituição com um programa orientado
para Missões, tem-se reunido todo ano desde 1947. |
| Teológicamente
falando, os membros das Igrejas de Cristo, são
reconhecidos pelo seu conservadorismo Bíblico na
medida que eles procuram promover o Cristianismo do
Novo Testamento, sua doutrina, suas ordenanças e sua
Vida. "Falam onde a Bíblia fala e calam onde a Bíblia
cala". |
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O
propósito da Igreja de Cristo
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| NOSSO
PROPÓSITO É: |
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Estabelecer
a Igreja de Cristo em nossa comunidade, de acordo com
o padrão do Novo Testamento, estabelecido pelo próprio
Cristo e seus apóstolos.
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| Exaltar
a Jesus Cristo acima de qualquer lealdade sectarista
ou partidária. |
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Efetuar
a unidade de todos os cristãos, na Igreja que Jesus
Cristo edificou, e sobre a qual declarou que nunca
seria destruída ( Mateus 16:18 ).
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Cumprir
a Grande Missão de Fazer discípulos de Jesus em
todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo.
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Princípios
Bíblicos da Igreja de Cristo
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| Aceitamos
e mantemos a Bíblia como a única regra de fé e prática
para a Igreja de Cristo ( II Timóteo 3:16-17 ). Ela
é verdadeira, visto que é inspirada por Deus, e
todos os homens sensatos podem compreendê-la. |
| Cremos
que Jesus Cristo é o único Credo prescrito na Bíblia
para nossa aceitação ( Mateus 16:16 - II Timóteo
1:12 - Atos 4:12 - I Coríntios 2:2 - Hebreus 13:8) |
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Estamos
prontos a receber conselhos de todos e encorajamos o
escrutínio crítico por parte de todos os
interessados . Se alguém puder demonstrar que não
estamos proclamando todo conselho de Deus, estamos
prontos a corrigir nosso erro.
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Esforçado-nos
por usar termo bíblicos quando aplicado às idéias bíblicas.
As palavras representam idéias, pelo que, a fim de
transmitir os pensamentos com a máxima correção,
devem ser usadas as mesmas palavras empregadas na
Escrituras ( I Pedro 4:11)
|
| E
por essa razão que a nós mesmos chamamos de cristãos
( I Pedro 4:16) e também aceitamos o nome bíblico
para a igreja. |
| Pregamos
exclusivamente a doutrina bíblica. A Bíblia é
explicita e clara no que concerne à salvação. Isso
pregamos e defendemos ( Judas 3). Pelo mesmo motivo,
nos opomos a quaisquer tentativas de substituir a
verdade bíblica pelas inovações humanas, seja na prática,
seja na teoria. |
| Oramos
incessantemente, como nos ensina as Escrituras (Lucas
18:1-8; I Tessalonissenses 5:17; Efésios 6:18; I Timóteo
2:8; Colossenses 4:2). |
| Praticamos
exclusivamente as ordenanças estabelecidas por Jesus
Cristo. |
| O
batismo do novo crente arrependido (Marcos 16:15-16;
Mateus 28:18-20; Atos 2:38; Romanos 6:-4) |
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}
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| A
Santa Ceia do Senhor como encontro semanal com Cristo
Jesus (Lucas 22:19; I Coríntios 10:16-17; 11:25-28; E
Atos 20:7). |
| A
igreja local é mantida por meio dos dízimos e
ofertas voluntárias (Malaquias 3:8-10); I Coríntios
9:6-10; I Coríntios 16:2; Galatas 6:8; Atos 20:35;
Lucas 6:28 e Mateus 23:23) |
| Praticamos
o Sacerdócio Universal de todos os crentes, fazendo
todos responsáveis pela proclamação da boa mensagem
e progresso do trabalho na igreja (Mateus 23:8; I
Pedro 2:9) |
| Em
nossa forma de governo da igreja local, somos
congregacionais e independentes. Esse procedimento bíblico
estabelece que a congregação local deve ser
governada pelos pastores, localmente eleitos, servidos
pelos diáconos, com aprovação da congregação. ( I
Timóteo 3:1-7; Hebreus 13:7; I Pedro 5:2-3; I Timóteo
3:8-13). |
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A
Igreja de Cristo e sua Doutrina
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Cristo
Jesus é o fundador e o Cabeça da igreja ( Efésios
1:22; Mateus 16:16-18).
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| Cristo
Jesus é o fundador da Igreja, sobre o qual a igreja
está edificada ( I Coríntios 3:11; Efésios 1:19-20;
Mateus 16:16-18). |
| A
igreja teve início no dia de Pentecoste, depois da
ressurreição de Cristo ( Atos 2:1-41). |
| O
lugar de seu início foi Jerusalém (Atos 2:5) |
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O
estabelecimento da Igreja foi efetuado por meio de:
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Pregação
- Ouvir - Fé - Arrependimento - Confissão -
Batismo
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| Visto
que o padrão bíblico não dá lugar a qualquer outro
sistema hierárquico ou qualquer controle exterior,
nossas congregações locais são autogovernadas, sob
direção de Cristo. |
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Como
a Igreja de Cristo chegou ao Brasil
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Igreja
de Cristo fo ia realização de um sonho. Aos 12 anos
de idade o jovem David foi batizado nas águas e
depois disso ele começou a dedicar sua vida para ser
um instrumento de Deus, ele cresceu na ....Fé e Deus
lhe deu a oportunidade de evangelizar em vários
lugares e para várias pessoas, depois Deus o levou
paraa faculdade Johnson College, em Knoxille,
Tennessee onde estudou a palavra de Deus e preparou-se
em oração. e trabalho. Havia um "cenáculo",
onde cada aluno era encorajado a orar diariamente,
ali, Lloyd David lembrava-se de Isaías 6 e da grande
obra missionária.
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Passaram
pelas portas da Faculdade missionária do Japão,
China, África, Índia, Korea, Tibet, Porto Rico, mas
não da América Latina, não do Brasil. Todavia Deus
estava operando por meio de seu Espírito Santo,
chamando a atenção de David por meio de livretos, da
pregação do evangelho e de um mapa do mundo no
corredor da faculdade onde os alunos passavam todos os
dias.
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Neste
mapa, noBrasil havia um luga marcado: FUTURA CAPITAL!
A chamada para ir ao Brasil concentrou-se ali como
ponto para alcançar o país, o continente e o mundo
Reconhecendo que já tinha o evangelho da igreja Católica
Romana e compreendendo a posição, ouviu que uma missão
deveria ser aberta ali, antes de chegarem as correntes
de imigrante Um padre dizia "guarde a sua religião,
mas traga Cristo para nós ". Sentiu cada vez
mais o chamado para ajudar a espalhar a mensagem da
salvação no Brasil.
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Depois
de muita oração, veio a convicção de que se Deus
permitisse ele iria para o Brasil. nem podia imaginar
como. Continuou os seus estudos e se formou Bacharel
em artes em maio de 1943. Ele apresentou para os seus
colegas de formatura a sua chamada ao Brasil e, após
arar, eles votaram por formar uma missão simples para
enviar este seu colega ao Brasil. Não se sentido
preparado ainda, Lloyd David continuou os seus estudos
na Universidade de Phillips, em Enid, Oklahoma, e ali
se formou Mestre em artes Sociais e Mestre de
Divindade.
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Nestes
anos de estudo e pós-graduação, Lloyd David
conheceu Ruth Edna Snodgrass, também candidata
missionária, e eles se casaram em 29 de agosto de
1945. Juntos, prepararam-se para o campo missionário
no Brasil. Encontraram um casal do Brasil, ministrando
numa Assembléia de Deus na mesma vila, Taloga
Oklahoma, onde Lloyd David também ministrava e
buscavam orientação com eles. A esposa do casal era
filha do missionário Orlando Boyer, que morava no
Brasil.A ida para o Brasil demorou por causa de
dificuldades em obter os vistos necessários, mas Deus
abriu as portas e eles chegaram ao Rio de Janeiro em
25 de março de 1948.
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Chegando
na Alfandega, teve encontro de surpresa pelos missionários
Orlando Boyer e Lawrence Olson onde ficaram naquela
noite. No dia seguinte, recomendaram que Lloyd David
mudasse o seu nome, tirando "LlOYD" e
deixasse só "DAVID". Acharam uma pensão
familiar na Tijuca com uma família brasileira e logo,
começaram os seus estudos da língua portuguesa e
esperavam a chegada de sua bagagem para poderem mudar
para o seu destino, A Futura Capital Federal, no
centro do país.
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Enquanto
esperava a construção da nova cidade, decidiram
ficar em Goiânia, a capital de Goiás. Em junho,
depois de uma viagem de exploração na companhia do
missionário Bernardo Johson(pai), o jovem Lloyd David
foi de trem a Vargina, Belo Horizonte, e depois a Anápolis.
Em seguida a esta viagem, Ruth Edna e Lloyd David
mudaram-se para Goiânia e alugaram um barracão, o
qual foi a primeira base de trabalho e continuaram seu
estudos lingüísticos.
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Deus
trouxe crianças que queriam ver os estrangeiros e
ficaram para aprender de Jesus. O número cresceu, uma
escola primária e uma escola dominical foram
formalizadas. Quando a casa não comportava os números
de pessoas, mudaram as escolas para Vila Nova, bairro
de Goiânia. Houve decisões por Cristo e batismo e a
primeira Igreja de Cristo do ministério do Movimento
de Restauração foi instalada no planalto de Goiás,
no dia 7 de setembro de 1948.
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Outros
missionários chegaram. Outras Igrejas se
desenvolveram e centros de treinamento surgiram. Nesse
período, houve desenvolvimento da mudança da capital
federal para o interior. O presidente Jucelino
Kubitschick foi eleito. Durante uma reunião de
obreiros da missão, no mesmo momento em que um grupo
de oficiais do governo se reunia no mesmo hotel em Goiânia,
houve um encontro de amizade que animou os missionários
já de visitar o novo distrito e abrir o trabalho na
" ainda futura " capital.
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A
primeira carta à comissão construtora da Nova
Capital pedindo um lote para um templo foi escrita em
1955, mas não foi possível receber um lote naquela
data. Em 1958, o requerimento de numero 001, para lote
de uma Igreja, foi feito junto com o pedido de lote
para um acampamento cristão e uma escola agrícola.
Assim após uma visita ao Departamento de Terra da
Nova Capital no Rio de Janeiro em 1959, foi registrado
em Planaltina o lote EQS 305/306, no Plano Piloto e
houve a inauguração deste lote onde seria construído
um templo, mas uma Faculdade Cristã, a sede da Missão
Cristã do Brasil e a sede do Projeto integral de
Vida. No distrito Federal há 50 congregações. Em
todo Brasil, existem mais de 300 congregações com
25,000 membros
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Deus
trabalhou com "vasos" simples, juntou com
outros pioneiros que ouviram a sua voz e foram plantar
a "semente" das boas Novas no Planalto e na
"Futura", agora "Presente" Capital
Federal do Brasil. O trabalho tem a promessa de que as
"portas do inferno" não pode prevalecer
contra os que continuam trabalhando, servindo e
glorificando a Deus.
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Concílio
Ministerial das Igrejas de Cristo no Brasil
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DIRETORIA
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| Presidente
: |
Pr.
Waldiberto Moreira dos Santos |
| Vice-Presidente: |
Geraldo
Borges da Silva |
| Secretário
: |
Pr.
Paulo Hernandes |
| Tesoureiro
: |
Pr.
Manoel Marinho de Sena |
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Estatuto
do Concílio Ministerial das Igrejas de Cristo no
BrasilL
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CAPÍTULO
I - DA DENOMINAÇÃO FORO E SEDE
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Art.
lº
- Concílio Ministerial das Igrejas de Cristo do
Brasil, com foro e sede na cidade de Brasília -
Distrito Federal .
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CAPÍTULO
II - DAS FINALIDADES
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Art.
2º
- Promover a fraternidade e a camaradagem entre os
seus membros, desenvolver a vida devocional nas
igrejas, promove encontros, convenções e simpósios.
Art.
3º
- Representar os ministros das Igrejas de Cristo em
todo o território nacional, perante os poderes públicos,
municipais, estaduais e federais, sem interferência
na autonomia ministerial e eclesiástica da Igreja
local, a menos que para isso seja solicitada pelo
Conselho de igreja, ou por lista de assinaturas
constando a maioria dos membros de tal igreja.
Parágrafo
único - Quanto a autonomia da igreja, ela é intocável
e inviolável, não podendo ser discutida em tempo
algum por entidade ou pessoas.
Art.
4º
- Representar os ministros perante as igrejas de
Cristo.
Art.
5º
- Aconselhar, sugerir e auxiliar as Igrejas na escolha
ou no intercâmbio de pastares, cabendo no entanto, a
decisão e escolha final ao Conselho da Igreja local.
Art.
6º
- Incentivar o rodízio dos pastores nas Igrejas,
quando isto se fizer necessário.
Art.
7º
- Examinar a capacidade intelectual, doutrinária e prática,
bem como a integridade moral e ética de candidatos ao
Ministério.
Art.
8º
- Promover a educação dos seus membros e respectivas
Igrejas: a) Intelectual; cultura secular, e cultura
geral; b) Doutrinária; provisionar literatura para
Escola Bíblica Dominical, redação de jornais com
mensagens e informações; c) Teológica: seminários
de atualização teológica.
Art.
9º
- Promover a convenção entre as Igrejas de Cristo -
Convenção das Igrejas de Cristo do Brasil.
Art.
10º
- Promover assistência social aos seus membros (do
Concílio) em pecúlio, pensões e empréstimos.
Art.
11º
- Disciplinar, aconselhar, advertir e até excluir do
Concílio os membros que persistirem em graves erros
doutrinários, administrativos ou morais.
Art.
12º
- Despertar o interesse de novos missionários para os
campos de evangelização no Brasil e no exterior.
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CAPÍTULO
III - DA DURAÇÃO
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Art.
13º
- A duração é por tempo indeterminado.
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CAPÍTULO
IV - DOS MEMBROS
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Art.
14º
- São membros do Concílio: os ministros que
manifestarem o desejo de afiliar-se, forem
apresentados por um dos membros ou pelo Conselho de
uma Igreja e forem aceitos pela aprovação de 90%
(noventa por cento) dos membros presentes, a) os
ministros recém-ordenados serão recebidos, nos
mesmos critérios do art. 14. b) são ministros: 1 -
Pastores - 2 Evangelistas, ordenados ou licenciados 3
- Missionários, estrangeiros ou nacionais. c) faz-se
necessário que os membros sejam portadores de
documentos comprovando a sua ordenação ministerial
por um Concílio ou equivalente. Caso contrário, se
submetam, a ordenação por este Concílio, ou recebam
a confirmação, ocasião em que receberão o
competente certificado de ordenação ministerial.
Art.
15º
- Deixam de ser membros do Concílio: 1 - Quando se
retirarem das Igrejas de Cristo, por livre vontade ou
excluídos, quando se afiliarem a alguma denominação.
2 - Quando, ao término dos prazos de licença, no
caso de evangelistas licenciados, não se apresentarem
ao Concílio para renovação ou ordenação. 3 -
Quando excluídos por voto de no mínimo 2/3 (dois terços)
dos membros presentes.
Art.
16º
- Quando o membro, por qualquer motivo se desligar do
Concílio e não devolver sua crede
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ncial no prazo de
trinta dias, a Diretoria a declarará cancelada e de
nenhum efeito, dando publicidade ao fato a todas as
Igrejas de Cristo.
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CAPÍTULO
V - DOS DEVERES E DIREITOS DOS MEMBROS
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Art.
17º
- São deveres dos membros do Concílio: a) Assistir
as reuniões, b) Entregar 50% (cinqüenta por cento do
seu dízimo para o Concílio através da Tesouraria de
sua igreja, c) Acatar e desempenhar os cargos e
deveres que lhes forem designados pela Diretoria do
Concílio. d) Dar sugestões para o melhor
desenvolvimento e relacionamento entre os membros do
Concílio. Oferecer sugestões à vida e funcionamento
do Concílio. e) Promover o Concílio em seu campo de
trabalho e sua Igreja, ensinando o povo a dar valorização
devida ao Concílio e o respeito aos seus
conselheiros, bem como enfatizando a segurança que a
Igreja terá, quando necessitar de ajuda por parte
deste. f) Guardar os princípios da ética Pastoral,
bem como zelar pela unidade física, moral e
espiritual dos colegas. g) Respeitar e acatar a
liderança do Concílio.
Art.
18º
- Dos direitos e privilégios : a) ser ouvido nos
apartes e sugestões que fizer nas reuniões. b)
Respeitado e recebido como ministro de Deus em todas
as Igrejas de Cristo. c) ser atendido, quando em caso
de crise ministro-iqreja, se solicitar socorro por
parte do Concílio e intervenção junto à Igreja por
mediação do Concílio. d) Gozarão os membros de um
seguro de vida padronizado, para amparo à sua família
em caso de falecimento ou aposentadoria. e) Receber
credenciais de Ministro Evangélico das Igrejas de
Cristo. f) Amparo financeiro em período de transição
e crise.
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CAPÍTULO
VI - DAS REUNIÕES
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Art.
19º
- o Concilio reunir-se-á duas vezes por ano ordinária
e extraordinariamente quando convocado pela liderança.
Parágrafo
único
- Poderá ser feito requerimento por parte dos membros
em face de alguma emergência. Tais reuniões somente
serão realizadas pelo comunicado da liderança do
Concilio
Art.
20º
- o Concílio permitirá a participação em suas
reuniões dos obreiros das Igrejas, membros dos
Conselhos locais, os quais não terão direito a voto.
Art.
21º
- serão tratados nas reuniões assuntos de interesse
dos ministros e das Igrejas. § - l - Assuntos
referentes à vida particular de determinada Igreja são
da alçada simplesmente do seu Conselho local, mas
poderão ser levados à apreciação do Concílio
quando o próprio Conselho da Igreja local solicitar
ou o pastor da Igreja, e terá caráter de
aconselhamento.
Art.
22º
- As decisões do Concílio terão caráter de
aconselhamento diante das Igrejas locais.
Art.
23º
- Quando uma igreja estiver sem pastor e solicitar
providência por parte do Concílio, tal assunto será
levado à Diretoria do Concílio para ser discutido, o
qual recolherá os nomes dos candidatos interessados
naquele ministério e os apresentará à Igreja para
serem apreciados. A aprovação ou escolha de um nome
caberá a Assembléia da Igreja local.
Art.
24º
- Nas reuniões os membros serão convidados a
apresentar os relat6rios de suas realizações, planos
e desenvolvimento dos seus Mistérios. Tais apresentações
terão caráter singelamente informativo e de comunhão,
não dependendo tais apresentações de aprovação ou
não pelo Concílio, a menos que algo fira o bom
senso, a Ética Pastoral, ou incorra em grave erro
doutrinário e moral. Tal pessoa advertida e
aconselhada.
Art.
25º
- o "quorum" para a realização das reuniões
será: a) Para reuniões inspirativas - o número de
membros presentes. b) Para reuniões deliberativas um
mínimo de 50% (cinqüenta por cento) dos membros, c)
em 2a. (segunda) convocação - com qualquer número e
60 (sessenta) minutos depois.
Art.
26º
- Quanto às votações: a) De nomes para algum cargo:
será enviada carta com antecedência de 30 (trinta)
dias convocado os membros do Concílio para tal
evento. Deverá constar da carta o cargo a ser
preenchido
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CAPÍTULO
VII - DA DIRETORIA
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Art.
27º
- O Concilio será administrado por uma Diretoria
eleita bianualmente na primeira reunião do ano em que
terminar os mandatos. a) será composta de: 1 -
Presidente - denominado conselheiro 2 -
Vice-Presidente - denominado 2º Conselheiro - 3 -
Secretário - denominado Secretário 4 - Tesoureiro -
denominado ministro de finanças b) Competências:
Conselheiro - Presidir as reuniões disciplinar os
apartes e até sustar os que se tornarem
inconvenientes orientar o andamento dos trabalhos do
Concílio; representar perante quaisquer entidades públicas,
particulares ou Igrejas; assinar os documentos do Concílio,
aconselhar as Igrejas em qualquer emergência, sendo
porta-voz das decisões do Concílio e Diretoria.
Convocar as reuniões do Concilio e escolher os
locais. 2º Conselheiro - Auxiliar o Conselheiro no
exercício de suas funções, trabalhar em sincronia
com ele e assumir a liderança no caso de vaga ou ausência
do mesmo. Secretário - Lavrar as atas do Concílio
organizar e guardar documentos, redigir cartas de
convocação e toda a correspondência do Concílio
quando para isso for designado. Tesoureiro - Ter a
guarda dos bens e importâncias em dinheiro do Concílio.
Por elas responderá com seus bens. Administrar as
finanças do Concílio em cumprimento a determinações
executando os atos que aquele designar. Efetuar
pagamentos mediante cheques assinados conjuntamente
com o conselheiro. c) A Diretoria terá autonomia para
criar comissões e departamentos.
Art.
28º
- A eleição será por voto favorável de no mínimo
2/3 dos membros presentes, sendo em uma reunião
especialmente convocada por escrito para esse fim com
30 (trinta) dias de antecedência. Nessa reunião serão
apresentados os nomes do candidatos que serão votados
em voto secreto sendo feita a divulgação dos
resultados imediatamente. a) no caso de haver mais de
dois candidatos ao mesmo cargo, deverá ser feita uma
eleição preliminar, na hora, para aprovação de
dois nomes majoritários. A eleição será sempre em
secreto. b) Será considerado eleito aquele que
obtiver, no mínimo 2/3(dois terços) dos votos. c) A
posse será imediatamente após a eleição, no final
da reunião. d) Poderá ser eleito qualquer ministro
que estiver na liderança ativa de uma Igreja como
pastor titular, ou que esteve por mais de dois anos, e
seja brasileiro nato. e) Qualquer membro poderá ser
sustentado pelo Concílio para um ministério
intinerante entre as Igrejas de cristo, desde que haja
aprovação de no mínimo 2/3(dois terços) dos
membros presentes, ou circunstancialmente por
unanimidade da Diretoria.
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CAPÍTULO
VIII - DOS BENS
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Art.
29º-
são bens do concílio: contribuições voluntárias
dos membros, e das Igrejas, dízimos, ofertas, doações,
legados, títulos e quais outras rendas
permitidas
por lei. 1 - O Ministro de finanças terá
responsabilidade pela guarda das importâncias por ele
recebidas e por elas responderá com seus bens
particulares. 2 - Os membros do Concílio respondem,
pelas obrigações por ele contrariadas. Essa
responsabilidade será dividida pelo número de
membros do concílio, desde que as obrigações sejam
aprovadas em assembléia.
Art.
30º
- O Concílio poderá extinguir-se por voto de no mínimo
90% (noventa par cento) dos membros arrolados. 1 - Em
caso de dissolução os bens remanescentes, liquidado
o passivo , serão entregues a missão cristã do
Brasil.
Art.
31º
- Estes estatutos poderão ser reformados, no todo ou
em parte, mediante convocação por escrito, com
antecedência de no mínimo 60 (sessenta) dias, e
aprovação no mínimo 90% (noventa por cento) dos
membros presentes.
Art.
32º
- Estes Estatutos entram em vigor a partir da data de
sua aprovação.
Brasília,
em 24 de maio de 1980
(Transcrito
da Home Page do Jornal O Mensageiro das Igrejas de
Cristo)
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